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Meditação

meditacaoA meditação.

Em sua busca pela felicidade e realização, a maioria das pessoas volta-se invariavelmente para objetos e acontecimentos externos. Nesse foco, a mente consegue aquietar-se e estar em paz por pouco tempo, quando alcança o objeto desejado.

Contudo, rapidamente se cansa de seu brinquedo ou das experiências novas e vai buscar o prazer em outro lugar. Assim, os objetos externos sempre fracassam quando pretendem trazer uma felicidade permanente.

Tais observações nos levam a compreender a necessidade da prática da meditação, que através da experiência interior e aquietamento da mente, traz saúde e equilíbrio para o nosso ser como um todo.

Possuímos quatro estados de consciência: a vigília (quando estamos despertos), o sono, o sono profundo e a meditação, que é o quarto estado que nossa mente pode atingir. Também denominada de Dhyana, a meditação constitui uma das etapas do Raja Yoga (o Yoga do controle da mente). Pode ser definida como uma corrente inquebrável de pensamentos até Deus, excluindo qualquer outra percepção sensorial.

Todas as experiências comuns estão limitadas pelo tempo, espaço e causalidade. As experiências finitas são medidas em termos de passado, presente e futuro. Estes conceitos são ilusórios, uma vez que não perduram. O estado meditativo transcende todas as limitações. Nele não existe passado nem futuro, somente a consciência do eterno agora. Este grau de consciência só é possível quando todas as ondas mentais tiverem se aquietado. Através do aquietamento das contínuas divagações da mente e da concentração em objetos positivos e elevados, torna-se possível começar a compreender os mecanismos da psique e dar lugar a uma vida mais plena e harmoniosa. Na meditação nos tornamos auto-observadores de nosso próprio processo, de nossos pensamentos, sentimentos e emoções, o que nos traz maior capacidade de discernimento.

Através da meditação regular, a mente se torna mais clara e as motivações mais puras. O subconsciente libera conhecimento oculto, o que permite um melhor entendimento. O ego se erradica gradualmente, pois deixamos de ser conduzidos pelo desejo de posse e pela vaidade. Assim são liberadas as forças da intuição, que nos conduzem a uma vida de paz e sabedoria.